Blog da Qualidade Eficaz

Diagrama de Ishikawa

Diagrama de Ishikawa

Antes de falar sobre o diagrama como ferramenta da qualidade, precisamos falar de quem foi Kaoru Ishikawa ou somente Ishikawa.

KAORU ISHIKAWA:

Ishikawa foi um Japonês que além de autor de vários livros que ajudaram a estruturar e definir o que hoje chamamos de Controle Total Qualidade ou Controle da Qualidade Total, foi Professor da Universidade de Tóquio. Ishikawa foi o idealizador dos Círculos de Controle da Qualidade e seu feito mais reconhecido foi o desenvolvimento do Diagrama de Causa e Efeito, popularmente chamado de Diagrama de Ishikawa ou Espinha de Peixe. Uma das constatações de Ishikawa era primeira a qualidade, depois o lucro.

Feitas apresentações, vamos explicar de forma prática e simples o conceito e aplicação do Diagrama Ishikawa como ferramenta da qualidade.

 O QUE É O DIAGRAMA DE ISHIKAWA?

Basicamente o Diagrama segue um formato de espinha de peixe, onde podemos considerar sete principais pontos para análise, o Efeito (cabeça do peixe) e às seis possíveis e prováveis causas (espinhas), medida, mão-de-obra, material, meio ambiente, método e máquina.

PARA QUE É UTILIZADO?

Usamos o diagrama de causa e efeito para identificar, explorar e ressaltar possíveis causas de um problema. Comumente pode ser utilizado em conjunto com outras ferramentas da qualidade, como Brainstorming ou 5 porquês. Também é uma ferramenta que antecede o plano de ação, quando bem estruturada é fundamental para um plano de ação eficaz.

O diagrama de Ishikawa pode colaborar para chegar na causa raiz do problema, chegar no resultado do que originou o efeito. Ele possui vantagens que o tornaram uma das ferramentas mais popularmente utilizadas, como a facilidade do entendimento, a disposição das prováveis causas de acordo com a afinidade, colabora para encontrar um número maior de causas, definir a categoria da causa, além de ajudar a definir com mais clareza o problema (efeito) e a análise do resultado.

 

É importante no uso da ferramenta pensar em usar mais pessoas durante sua execução, pois colabora para riqueza das informações (possíveis causas), além de obter o consenso nas ideias apresentadas para cada causa. Da mesma forma, buscar definir às causas com o menor número possível de palavras e definir causas principais do problema. Pois na análise feita, podem surgir várias causas em cada uma das “espinhas” e dentro destas é importante escolher aquelas que mais tem influência sobre o problema. Às definições das principais causas podem ser escolhidas através de atividades como simulação de hipóteses, classificação por nível de influência sobre o problema (baixa, média e alta) ou por estipular critérios afins, como exemplos.

 

Não perca as novidades do Blog da Qualidade

ASSINE A NEWS

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *